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Este episódio do Expresso da Manhã analisa a complexa crise da habitação em Portugal, abordando o desfasamento entre a oferta e a procura. Através de uma conversa com o editor executivo João Silvestre, discute-se o défice de 300 mil casas apontado pelo Banco de Portugal, os desafios do tempo de construção e a escassez crítica de mão de obra no setor da construção civil. A discussão explora também o impacto dos imigrantes como peça fundamental para suprir a falta de trabalhadores, o papel dos investimentos em grandes infraestruturas públicas e a necessidade de consenso político para incentivar a colocação de casas devolutas no mercado. O debate abrange ainda a influência do capital estrangeiro nos preços e as dificuldades relacionadas com os processos de licenciamento e o custo dos terrenos.
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O tempo estimado para construir uma casa, desde o momento em que se toma a decisão, passando pelos licenciamentos e pela construção propriamente dita, são seis anos.
00:00:22 · O apresentador contextualiza a lentidão do processo de construção de novas habitações.
Os imigrantes podem ser uma das causas para a crise da habitação, mas sem eles o problema não se resolve.
00:01:28 · O locutor apresenta o paradoxo entre a pressão migratória e a necessidade de trabalhadores estrangeiros no setor.
O setor da construção em Portugal teve uma quebra brutal desde os anos da Troika. Perdeu cerca de 30% de mão de obra.
00:04:12 · João Silvestre explica a redução da capacidade produtiva do setor devido à perda de trabalhadores.
Os estrangeiros em média, aquilo que se sabe, as estatísticas recentes pagam cerca de 70% em média a mais do que os dos portugueses.
00:10:53 · O convidado detalha como o poder de compra de investidores estrangeiros influencia a subida dos preços.
Naquele período, nós falámos ao início, dos 5, 6 anos de tempo de espera, se calhar um... um terço ou um quarto é licenciamento.
00:12:02 · A discussão aponta o peso burocrático do licenciamento no custo e tempo final das construções.
Este episódio do Expresso da Manhã analisa a complexa crise da habitação em Portugal, abordando o desfasamento entre a oferta e a procura. Através de uma conversa com o editor executivo João Silvestre, discute-se o défice de 300 mil casas apontado pelo Banco de Portugal, os desafios do tempo de construção e a escassez crítica de mão de obra no setor da construção civil. A discussão explora também o impacto dos imigrantes como peça fundamental para suprir a falta de trabalhadores, o papel dos investimentos em grandes infraestruturas públicas e a necessidade de consenso político para incentivar a colocação de casas devolutas no mercado. O debate abrange ainda a influência do capital estrangeiro nos preços e as dificuldades relacionadas com os processos de licenciamento e o custo dos terrenos.
Epizode
Para resolver a crise da habitação faltam quase 100 mil imigrantes
PoslušanoEste episódio do Expresso da Manhã analisa a complexa crise da habitação em Portugal, abordando o desfasamento entre a oferta e a procura. Através de uma conversa com o editor executivo João Silvestre, discute-se o défice de 300 mil casas apontado pelo Banco de Portugal, os desafios do tempo de construção e a escassez crítica de mão de obra no setor da construção civil. A discussão explora também o impacto dos imigrantes como peça fundamental para suprir a falta de trabalhadores, o papel dos investimentos em grandes infraestruturas públicas e a necessidade de consenso político para incentivar a colocação de casas devolutas no mercado. O debate abrange ainda a influência do capital estrangeiro nos preços e as dificuldades relacionadas com os processos de licenciamento e o custo dos terrenos.
Riccardo Marchi: “Nos países em que vai haver eleições, a extrema-esquerda e a extrema-direita poderão acabar por se encontrar na rua”
PoslušanoO episódio analisa como movimentos sociais e protestos violentos na Europa estão a ser utilizados por partidos de extrema-direita para promover agendas autoritárias e de controlo de fronteiras. Através de uma conversa com o investigador Ricardo Marqui, discute-se a dinâmica entre os extremos políticos, onde a violência de grupos de esquerda radical pode servir para validar o discurso de 'lei e ordem' da direita radical em países como França, Espanha e Itália. A análise estende-se ao uso estratégico de temas como imigração e habitação pelos líderes populistas. O debate aborda a capacidade de adaptação de figuras políticas, como Giorgia Meloni e André Ventura, que tentam equilibrar o apoio às forças da ordem com a necessidade de acolher as reivindicações sociais e económicas das novas gerações para maximizar o seu capital eleitoral.
Seguro tirou o tapete a Luís Neves?
PoslušanoO episódio analisa a recente movimentação política do Presidente da República, António Costa, que visitou a Polícia Judiciária para reforçar a importância da instituição e do cumprimento das regras processuais. A discussão foca nas implicações deste discurso perante as investigações em curso envolvendo o Ministro Luís Neves e a iminente Comissão Parlamentar de Inquérito presidida por André Ventura. A jornalista Rita Diniz detalha os bastidores da agenda presidencial, a postura de vigilância do Presidente face à legitimidade das instituições e como estas declarações podem impactar a estabilidade do Governo de Luís Montenegro num momento de pressão sobre temas como habitação e orçamento.
O mercado da habitação está péssimo. E o que é que mudou ou vai mudar na lei?
PoslušanoO episódio analisa as recentes e iminentes alterações no mercado de arrendamento em Portugal, focando-se nas propostas legislativas que visam modificar a atualização de rendas, os limites de cauções e os processos de despejo por incumprimento. Através de uma conversa com a jornalista Eunice Perreira, o programa explora o cenário da habitação, abordando desde a informalidade dos contratos de arrendamento até às diferenças entre os regimes de renda moderada e renda acessível. A discussão abrange também o papel do Estado na construção de novas habitações através do PRR e as perspetivas orçamentais para 2026 e 2027. O conteúdo detalha como as mudanças no equilíbrio entre senhorios e inquilinos podem impactar a estabilidade do mercado imobiliário e o acesso à habitação para jovens adultos.
Macron responsabiliza a extrema-esquerda pela violência em França e aponta às presidenciais
PoslušanoO episódio analisa a crescente instabilidade política e social em França, focando-se nos recentes episódios de violência urbana que levaram o presidente Emmanuel Macron a acusar a extrema-esquerda, especificamente o partido França Insubmissa, de responsabilidade pelos distúrbios. A discussão aborda as implicações eleitorais para as próximas presidenciais, examinando como a polarização entre Jean-Luc Mélenchon e Marine Le Pen pode moldar o futuro do país. Através do relato do correspondente Guilherme Monteiro, o programa detalha o colapso do policiamento em Paris, a destruição de edifícias públicos e o debate sobre a eficácia de medidas extremas, como a declaração de estado de emergência. O conteúdo explora também o descontentamento social relacionado com o custo de vida e a dificuldade de surgimento de novas lideranças no campo centrista francês.