O Princípio da Incerteza - Podcast

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CNN Portugal

180 - "Se a Europa permite a destruição da Ucrânia, isso significa que os russos farão outro tipo de intervenções"

Com José Pacheco Pereira, Alexandra Leitão, Miguel Macedo e Carlos Andrade.

180 - "Se a Europa permite a destruição da Ucrânia, isso significa que os russos farão outro tipo de intervenções"
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Com José Pacheco Pereira, Alexandra Leitão, Miguel Macedo e Carlos Andrade.

Povzetek epizode

Este episódio debate o dilema entre o aumento do investimento em defesa, visando atingir a meta de 3,1% do PIB, e a preservação do Estado Social. Os intervenientes discutem as implicações da invasão da Ucrânia pela Rússia, a necessidade de autonomia estratégica europeia e os riscos de cortes no SNS e na educação para financiar o setor militar. A discussão estende-se ao papel da NATO, às oportunidades económicas da indústria tecnológica e à importância da segurança nacional como base para a soberania. O debate encerra com uma análise sobre a proibição do uso de trajes que cobrem o rosto, como a burca, questionando se tal medida é uma questão de ordem pública ou um movimento demagógico.

Poglavja

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Poudarki

A Rússia invadiu a Ucrânia, eu repito, a Rússia invadiu a Ucrânia, sem que a Ucrânia estivesse a preparar-se para invadir a Rússia ou a Bielorrússia

00:01:18 · Pacheco Pereira utiliza o conflito na Ucrânia para justificar a necessidade de reforçar as capacidades militares.

os cidadãos que vão ver os seus impostos eventualmente aumentados porque têm que se aumentar os gastos em defesa. ou que vão ver partes do seu estado social limitado ou cortado por causa disto

00:07:49 · Pedro Duarte expressa a preocupação com o impacto financeiro direto da política de defesa sobre os contribuintes e o Estado Social.

é um pressuposto do Estado Social é nós termos, de facto, uma aposta na segurança e na defesa nacional.

00:15:04 · Pedro Duarte defende que a existência de um Estado Social depende da garantia da soberania e da segurança nacional.

Se queres paz, prepara a guerra.

00:21:03 · O orador utiliza este ditado clássico para justificar a necessidade de esforços de defesa para manter a paz.

a burca é completamente condenável, mas uma coisa é ser condenável, a outra coisa é ser proibida.

00:29:30 · O orador expressa a sua opinião sobre o uso do véu, distinguindo a desaprovação moral da proibição legal.

Epizode

180-

"Se a Europa permite a destruição da Ucrânia, isso significa que os russos farão outro tipo de intervenções"

Este episódio debate o dilema entre o aumento do investimento em defesa, visando atingir a meta de 3,1% do PIB, e a preservação do Estado Social. Os intervenientes discutem as implicações da invasão da Ucrânia pela Rússia, a necessidade de autonomia estratégica europeia e os riscos de cortes no SNS e na educação para financiar o setor militar. A discussão estende-se ao papel da NATO, às oportunidades económicas da indústria tecnológica e à importância da segurança nacional como base para a soberania. O debate encerra com uma análise sobre a proibição do uso de trajes que cobrem o rosto, como a burca, questionando se tal medida é uma questão de ordem pública ou um movimento demagógico.

14 jul. 2026
179-

"Se o ministro da Educação tiver noção de serviço público demite-se. Tem de se demitir"

O episódio aborda a grave crise na avaliação dos exames nacionais em Portugal, destacando falhas críticas no processo de digitalização e a falta de transparência na externalização de serviços pelo Ministério da Educação. Os comentadores criticam a gestão política e as consequências práticas desses erros tecnológicos no calendário escolar. O debate estende-se a uma reflexão sobre o deslumbramento tecnológico e o impacto das novas tecnologias na sociedade, culminando numa análise sobre a erosão das instituições democráticas nos Estados Unidos sob a influência de Donald Trump.

07 jul. 2026
178-

"Nunca se disse que o Chega era parceiro preferencial do Governo para nada"

O episódio apresenta um debate político sobre o acordo entre o Governo e o PS relativo à Prestação Social Única (PSU), analisando a estratégia governamental, a relação com o partido Chega e as garantias sobre as condições de trabalho. Os comentadores discutem também a postura do PS e do Governo face a propostas legislativas e a fiabilidade dos dados estatísticos do INE. O debate explora o impacto da transformação demográfica causada pelo aumento da imigração em Portugal. Aborda-se a mudança de metodologia do INE, as consequências demográficas do envelhecimento da população e a necessidade de políticas de integração baseadas na necessidade económica e no humanismo, evitando a politização dos números.

29 jun. 2026
177-

"O PSD comportou-se como não tendo vergonha de si próprio"

O episódio debate a crise ideológica e política do PSD após o chumbo da reforma laboral, analisando a perda de identidade doutrinária do partido e a sua relação com o Chega. Discute-se a responsabilidade do Partido Socialista na instabilidade parlamentar e a existência de uma negociação sistemática com a extrema-direita. A análise estende-se à redefinição da política portuguesa, observando a transição da divisão esquerda/direita para um confronto entre o centro moderado e o populismo. Por fim, abordam-se as implicações geopolíticas do memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irão e o seu impacto no Médio Oriente.

22 jun. 2026
176-

" A instabilidade política está garantida desde o momento em que o Chega tem os resultados que tem. E isso verifica-se todos os dias"

Este episódio analisa as repercussões políticas das recentes declarações de Passos Coelho e o seu impacto na liderança de Luís Montenegro no PSD, discutindo a estratégia de deslocação à direita e a fragmentação do espectro político com a ascensão do Chega e da Iniciativa Liberal. O debate aborda também o legado do período da Troika e a opacidade em processos políticos e estruturas partidárias. Adicionalmente, os comentadores discutem as implicações de investigações sobre irregularidades em contratos de juntas de freguesia em Lisboa. O debate foca na importância da transparência, no risco de alimentar o populismo através de generalizações e na necessidade de uma atuação policial equilibrada entre crimes de colarinho branco e o combate ao tráfico de droga.

01 jun. 2026